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	<title>Tropicalista - Importância Nacional</title>
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	<description>Blogue vintage sobre o ser-humano e seus feelings</description>
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		<title>Tropicalista - Importância Nacional</title>
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		<title>Os números de 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 15:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog. Aqui está um resumo: Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 1.900 vezes em 2011. Se fosse um bonde, eram precisas 32 viagens para as transportar. Clique aqui para ver o relatório [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=234&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.</p>
<p><a href="/2011/annual-report/"><img src="http://www.wordpress.com/wp-content/mu-plugins/annual-reports/img/emailteaser.jpg" alt="" width="100%" /></a></p>
<p>Aqui está um resumo:</p>
<blockquote><p>Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de <strong>1.900</strong> vezes em 2011. Se fosse um bonde, eram precisas 32 viagens para as transportar.</p></blockquote>
<p><a href="/2011/annual-report/">Clique aqui para ver o relatório completo</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/234/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/234/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/234/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/234/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/234/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/234/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/234/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/234/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/234/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/234/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/234/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/234/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/234/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/234/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=234&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sobre  a educação</title>
		<link>http://tropicalismo.wordpress.com/2011/12/15/sobre-a-educacao/</link>
		<comments>http://tropicalismo.wordpress.com/2011/12/15/sobre-a-educacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:42:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto que eu elaborei em meados de 2007 (acho) pra disciplina de Psicologia da Educação. Acho que continua atual, por isso decidi compartilhar.   Análise do livro: MORALES, Pedro. A relação professor-aluno: o que é, como se faz. 6ª ed. São Paulo: Loyola, 1999.   O processo de aprendizagem não se dá somente com a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=233&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto que eu elaborei em meados de 2007 (acho) pra disciplina de Psicologia da Educação. Acho que continua atual, por isso decidi compartilhar.</p>
<p> </p>
<p>Análise do livro:</p>
<p>MORALES, Pedro. A relação professor-aluno: o que é, como se faz. 6ª ed. São Paulo: Loyola, 1999.</p>
<p> </p>
<p>O processo de aprendizagem não se dá somente com a questão didática, mas sim, num contexto muito mais complexo que atinge diretamente os seres que pré-dispõem uma relação, que perpassa a sala de aula, mas que não se limita a tal espaço físico. Todo o processo de relação incide direta ou indiretamente no aprendizado do aluno. Este é o principal enfoque que o livro traz.</p>
<p>A relação professor-aluno traz alguns resultados, como supra citado, diretos ou indiretos. O autor cita esses processos. Dá-se quando a relação implica num aprendizado (ou não) espontaneamente. Como, por exemplo, um resultado não intencionado. Esse tipo de resultado apresenta-se quando um aluno vê o professor tal qual um ícone a ser seguido, ou a não ser seguido. Portanto esse tipo de aprendizado foge ligeiramente do controle do causador da impressão. No entanto, justamente essa <em>impressão</em>, que é muito importante numa relação, é o que vai determinar muitas vezes o rumo do aprendizado. O autor defende que, principalmente, a primeira impressão é a que ambos (professor e aluno) guardam do próximo. Logicamente, essa impressão pode e certamente será modificada ao decorrer do relacionamento, porém, certos detalhes serão mantidos somente por preconceitos (entendem-se preconceitos como conceitos prévios, assim como traz a etimologia, e não como qualquer tipo de racismo, ou algo parecido). Com todo esse cuidado que se tem que ter na hora de ensinar, o que realmente ensinamos? Um questionamento que o autor levanta sem trazer necessariamente a resposta. Simplesmente porque não há resposta correta para essa pergunta. Nós ensinamos até mesmo sem querer ensinar, ou, na pior das hipóteses, ao contrário do que intencionávamos ensinar. Nossas roupas, nossas atitudes, nossos olhares, as perguntas em sala, posicionamentos, linguagem; tudo isso relativa à educação. Portanto, devemos nós, professores (ou futuros), estarmos cientes de que o que somos fora da sala de aula, até mesmo dentro de nossas casas, pode influenciar no que passamos aos nossos alunos. Com tamanho peso em nossas costas, defendo que ser professor é muito mais que uma profissão, é um estado, uma condição. Assim como um padre deve obedecer aos preceitos religiosos da igreja Católica, os professores devem andar na linha. Porque, como cita o autor, não basta dizermos algo aos nossos alunos, temos que acreditar e praticar o que falamos. As ações ensinam muitíssimo mais do que as palavras.</p>
<p>É muito complicado ser bom professor. Um bom professor, além de ter que mudar sua vida social para atender aos “pedidos” do sistema, ainda tem que dominar o assunto que leciona, saber se portar em sala, exterminar seus preconceitos (no mesmo sentido anterior), avaliar cada aluno individualmente ao mesmo tempo que dispensa o mesmo grau de atenção à toda classe e ainda, cumprir com as requisições administrativas. O bom professor (no modelo apresentado anteriormente) é bem visto assim pela comunidade, colegas e, mais importante, pelos seus alunos. Sendo um mestre preocupado, que sabe solucionar os problemas individuais, mas que consegue, porém, direcionar a classe num todo. Exterminando, por exemplo, os maus comportamentos, que atrapalham o desenrolar de uma aula. Um modelo satírico encontra-se nas páginas 46 e 47 do texto analisado, onde o autor exprime um “<em>Decálogo do bom Professor”</em>. Uma amostra divertida, porém, como na maioria das ficções, está carregada de verdades.</p>
<p>Lembremos novamente que não somente o professor que influencia o aluno. A recíproca também é verdadeira. Todo o processo se dá em verso e reverso. Se, às vezes, os professores têm preconceitos para com os alunos, os alunos muitas vezes taxam os professores por aparência, experiências de terceiros, etc. Se muitas vezes o professor analisa os atos dos alunos, os alunos também reparam nas atitudes dos professores. E, por experiência vivida, alguns professores, assim como alguns alunos, tornam-se motivo de piadas ou de muito assunto nos corredores das escolas, ou perante a sociedade. Muita atenção deve ser dispensada nesses casos. Porque, tornando ao assunto anteriormente comentado, as vezes nem é o que o indivíduo faz que o rotula, mas sim como o externo percebe o ato efetuado. Isso acontece também nas relações entre homem-mulher, pai-filho, etc. Por natureza, estamos ainda muito impregnados aos sentidos. Principalmente ao visual.</p>
<p>Às vezes, um preconceito pode ser útil. Ao exemplo, novamente individual, dos meus primeiros dias de aula. Existia na escola uma turma que era taxada como indisciplinada. Essa informação me fez tratar a turma de uma maneira diferente. De dispensar um tempo especial para analisar o que havia de diferente naquela sala. Eu entrei com uma pseudo-jurisprudência que fez com que eu fosse preparado. E isso definitivamente ajudou no nosso (meu e dos alunos) relacionamento. A situação se tornou estável e eu nunca tive problemas de indisciplina naquela sala. O que também é muito importante é estipular metas, e o primeiro dia de aula é muito propício para isso. A expectativa pode mudar vertiginosamente o sentido e o resultado a ser alcançado. O segredo nessa etapa é tentar não taxar certos alunos – que podem ser efetivamente melhor dispostos a determinadas condições – como melhores e outros como piores, ou pelo menos, tratar ambos como capazes e elogiar sempre qualquer que seja o avanço alcançado. Incentivo é muito importante num processo desgastante, onde muitos não vêem reciprocidade ou ganho algum, que é a educação. Cito uma frase de autor desconhecido: “<em>Uma pessoa por querer, faz mais do que dez por dever”. </em> O aluno deve se sentir acima de tudo, capaz e valorizado.</p>
<p>Para terminar esta sucinta análise, gostaria de frisar a importância do contato entre as partes no processo de educação. A educação se dá a partir do relacionamento dos envolvidos. Professor-aluno, aluno-aluno, etc. Sem este contato não há educação (aprendizado é diferente). É fato de que a forma como lidamos com esses tipos de relacionamento influenciam diretamente na facilidade, rapidez e aceitação da pessoa para com o estudo. Basta cada um, na sua realidade, estudar possibilidades de fazer do seu jeito, sem que o seu jeito conflite com o que tem que ser feito, ou seja, assumir um compromisso com a função em que se desempenha. Ou seja, como já apontei anteriormente, ser professor, ou simplesmente ensinar, é muito mais do que uma profissão, é um estado, um comprometimento, que exige da parte interessada muitas privações e habilidades. Porque o aprendizado é nada mais do que um “jogo” de relacionamentos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/233/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=233&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Você tem que encontrar o que você ama. (Steve Jobs)</title>
		<link>http://tropicalismo.wordpress.com/2011/10/10/voce-tem-que-encontrar-o-que-voce-ama-steve-jobs/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 14:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=225&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>&#8220;Estou honrado de estar aqui, na formatura de uma das melhores universidades do mundo. Eu nunca me formei na universidade. Que a verdade seja dita, isso é o mais perto que eu já cheguei de uma cerimônia de formatura. Hoje, eu gostaria de contar a vocês três histórias da minha vida. E é isso. Nada demais. Apenas três histórias.</div>
<div>A primeira história é sobre ligar os pontos.</div>
<div>Eu abandonei o Reed College depois de seis meses, mas fiquei enrolando por mais 18 meses antes de realmente abandonar a escola. E por que eu a abandonei? Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era uma jovem universitária solteira que decidiu me dar para a adoção. Ela queria muito que eu fosse adotado por pessoas com curso superior. Tudo estava armado para que eu fosse adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Mas, quando eu apareci, eles decidiram que queriam mesmo uma menina.</div>
<div>Então meus pais, que estavam em uma lista de espera, receberam uma ligação no meio da noite com uma pergunta: “Apareceu um garoto. Vocês o querem?” Eles disseram: “É claro.”</div>
<div>Minha mãe biológica descobriu mais tarde que a minha mãe nunca tinha se formado na faculdade e que o meu pai nunca tinha completado o ensino médio. Ela se recusou a assinar os papéis da adoção. Ela só aceitou meses mais tarde quando os meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade. E, 17 anos mais tarde, eu fui para a faculdade. Mas, inocentemente escolhi uma faculdade que era quase tão cara quanto Stanford. E todas as economias dos meus pais, que eram da classe trabalhadora, estavam sendo usados para pagar as mensalidades. Depois de seis meses, eu não podia ver valor naquilo.</div>
<div><strong>Eu não tinha idéia do que queria fazer na minha vida</strong> e menos idéia ainda de como a universidade poderia me ajudar naquela escolha. E lá estava eu, gastando todo o dinheiro que meus pais tinham juntado durante toda a vida. E então decidi largar e acreditar que tudo ficaria ok.</div>
<div>Foi muito assustador naquela época, mas olhando para trás foi uma das melhores decisões que já fiz. No minuto em que larguei, eu pude parar de assistir às matérias obrigatórias que não me interessavam e comecei a frequentar aquelas que pareciam interessantes. Não foi tudo assim romântico. Eu não tinha um quarto no dormitório e por isso eu dormia no chão do quarto de amigos. Eu recolhia garrafas de Coca-Cola para ganhar 5 centavos, com os quais eu comprava comida. Eu andava 11 quilômetros pela cidade todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare-krishna. Eu amava aquilo.</div>
<div><strong>Muito do que descobri naquela época, guiado pela minha curiosidade e intuição, mostrou-se mais tarde ser de uma importância sem preço.</strong> Vou dar um exemplo: o Reed College oferecia naquela época a melhor formação de caligrafia do país. Em todo o campus, cada poster e cada etiqueta de gaveta eram escritas com uma bela letra de mão. Como eu tinha largado o curso e não precisava frequentar as aulas normais, decidi assistir as aulas de caligrafia. Aprendi sobre fontes com serifa e sem serifa, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que torna uma tipografia boa. Aquilo era bonito, histórico e artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode entender. E eu achei aquilo tudo fascinante.</div>
<div>Nada daquilo tinha qualquer aplicação prática para a minha vida. Mas 10 anos mais tarde, quando estávamos criando o primeiro computador Macintosh, tudo voltou. E nós colocamos tudo aquilo no Mac. Foi o primeiro computador com tipografia bonita. Se eu nunca tivesse deixado aquele curso na faculdade, o Mac nunca teria tido as fontes múltiplas ou proporcionalmente espaçadas. E considerando que o Windows simplesmente copiou o Mac, é bem provável que nenhum computador as tivesse.</div>
<div>Se eu nunca tivesse largado o curso, nunca teria frequentado essas aulas de caligrafia e os computadores poderiam não ter a maravilhosa caligrafia que eles têm. É claro que era impossível conectar esses fatos olhando para frente quando eu estava na faculdade. Mas aquilo ficou muito, muito claro olhando para trás 10 anos depois.</div>
<div>De novo, <strong>você não consegue conectar os fatos olhando para frente. Você só os conecta quando olha para trás. Então tem que acreditar que, de alguma forma, eles vão se conectar no futuro. </strong>Você tem que acreditar em alguma coisa – sua garra, destino, vida, karma ou o que quer que seja. Essa maneira de encarar a vida nunca me decepcionou e tem feito toda a diferença para mim.</div>
<div>Minha segunda história é sobre amor e perda.</div>
<div>Eu tive sorte porque descobri bem cedo o que queria fazer na minha vida. Woz e eu começamos a Apple na garagem dos meus pais quando eu tinha 20 anos. Trabalhamos duro e, em 10 anos, a Apple se transformou em uma empresa de 2 bilhões de dólares e mais de 4 mil empregados. Um ano antes, tínhamos acabado de lançar nossa maior criação — o Macintosh — e eu tinha 30 anos.</div>
<div><strong>E aí fui demitido.</strong> Como é possível ser demitido da empresa que você criou? Bem, quando a Apple cresceu, contratamos alguém para dirigir a companhia. No primeiro ano, tudo deu certo, mas com o tempo nossas visões de futuro começaram a divergir. Quando isso aconteceu, o conselho de diretores ficou do lado dele. O que tinha sido o foco de toda a minha vida adulta tinha ido embora e isso foi devastador. Fiquei sem saber o que fazer por alguns meses.</div>
<div>Senti que tinha decepcionado a geração anterior de empreendedores. Que tinha deixado cair o bastão no momento em que ele estava sendo passado para mim. Eu encontrei David Peckard e Bob Noyce e tentei me desculpar por ter estragado tudo daquela maneira. Foi um fracasso público e eu até mesmo pensei em deixar o Vale [do Silício].</div>
<div>Mas, lentamente, eu comecei a me dar conta de que eu ainda amava o que fazia. Foi quando decidi começar de novo. Não enxerguei isso na época, mas ser demitido da Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido para mim. <strong>O peso de ser bem sucedido foi substituído pela leveza de ser de novo um iniciante, com menos certezas sobre tudo. Isso me deu liberdade para começar um dos períodos mais criativos da minha vida.</strong> Durante os cinco anos seguintes, criei uma companhia chamada NeXT, outra companhia chamada Pixar e me apaixonei por uma mulher maravilhosa que se tornou minha esposa.</div>
<div>A Pixar fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e é o estúdio de animação mais bem sucedido do mundo. Em uma inacreditável guinada de eventos, a Apple comprou a NeXT, eu voltei para a empresa e a tecnologia que desenvolvemos nela está no coração do atual renascimento da Apple.</div>
<div>E Lorene e eu temos uma família maravilhosa. Tenho certeza de que nada disso teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple.</div>
<div>Foi um remédio horrível, mas eu entendo que o paciente precisava. Às vezes, a vida bate com um tijolo na sua cabeça. Não perca a fé. <strong>Estou convencido de que a única coisa que me permitiu seguir adiante foi o meu amor pelo que fazia. Você tem que descobrir o que você ama.</strong> Isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama.</div>
<div>Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. <strong>E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz</strong>.</div>
<div>Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. <strong>Não sossegue</strong>. Assim como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer grande relacionamento, só fica melhor e melhor à medida que os anos passam. Então continue procurando até você achar. Não sossegue.</div>
<div>Minha terceira história é sobre morte.</div>
<div>Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último.” Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: <strong>“Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?”</strong> <strong>E se a resposta é “não” por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.</strong></div>
<div>Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo — expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar — caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração.</div>
<div>Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração.</div>
<div>Há um ano, eu fui diagnosticado com câncer. Era 7h30 da manhã e eu tinha uma imagem que mostrava claramente um tumor no pâncreas. Eu nem sabia o que era um pâncreas.</div>
<div>Os médicos me disseram que aquilo era certamente um tipo de câncer incurável, e que eu não deveria esperar viver mais de três a seis semanas. Meu médico me aconselhou a ir para casa e arrumar minhas coisas — que é o código dos médicos para “preparar para morrer”. Significa tentar dizer às suas crianças em alguns meses tudo aquilo que você pensou ter os próximos 10 anos para dizer. Significa dizer seu adeus.</div>
<div>Eu vivi com aquele diagnóstico o dia inteiro. Depois, à tarde, eu fiz uma biópsia, em que eles enfiaram um endoscópio pela minha garganta abaixo, através do meu estômago e pelos intestinos. Colocaram uma agulha no meu pâncreas e tiraram algumas células do tumor. Eu estava sedado, mas minha mulher, que estava lá, contou que quando os médicos viram as células em um microscópio, começaram a chorar. Era uma forma muito rara de câncer pancreático que podia ser curada com cirurgia. Eu operei e estou bem.</div>
<div>Isso foi o mais perto que eu estive de encarar a morte e eu espero que seja o mais perto que vou ficar pelas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso agora dizer a vocês, com um pouco mais de certeza do que quando a morte era um conceito apenas abstrato: ninguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá.</div>
<div>Ainda assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Ninguém nunca conseguiu escapar. E assim é como deve ser, porque a morte é muito provavelmente a principal invenção da vida. É o agente de mudança da vida. Ela limpa o velho para abrir caminho para o novo. Nesse momento, o novo é você. Mas algum dia, não muito distante, você gradualmente se tornará um velho e será varrido. Desculpa ser tão dramático, mas isso é a verdade.</div>
<div><strong>O seu tempo é limitado, então não o gaste vivendo a vida de um outro alguém.</strong></div>
<div>Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados da vida de outras pessoas.</div>
<div>Não deixe que o barulho da opinião dos outros cale a sua própria voz interior.</div>
<div>E o mais importante:<strong> tenha coragem de seguir o seu próprio coração e a sua intuição.</strong> Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer se tornar. Todo o resto é secundário.</div>
<div>Quando eu era pequeno, uma das bíblias da minha geração era o Whole Earth Catalog. Foi criado por um sujeito chamado Stewart Brand em Menlo Park, não muito longe daqui. Ele o trouxe à vida com seu toque poético. Isso foi no final dos anos 60, antes dos computadores e dos programas de paginação. Então tudo era feito com máquinas de escrever, tesouras e câmeras Polaroid.</div>
<div>Era como o Google em forma de livro, 35 anos antes de o Google aparecer. Era idealista e cheio de boas ferramentas e noções. Stewart e sua equipe publicaram várias edições de Whole Earth Catalog e, quando ele já tinha cumprido sua missão, eles lançaram uma edição final. Isso foi em meados de 70 e eu tinha a idade de vocês.</div>
<div>Na contracapa havia uma fotografia de uma estrada de interior ensolarada, daquele tipo onde você poderia se achar pedindo carona se fosse aventureiro. Abaixo, estavam as palavras:</div>
<div>“Continue com fome, continue bobo.”</div>
<div>Foi a mensagem de despedida deles. Continue com fome. Continue bobo. E eu sempre desejei isso para mim mesmo. E agora, quando vocês se formam e começam de novo, eu desejo isso para vocês. Continuem com fome. Continuem bobos.</div>
<div>Obrigado.&#8221;</div>
<div><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://tropicalismo.wordpress.com/2011/10/10/voce-tem-que-encontrar-o-que-voce-ama-steve-jobs/"><img src="http://img.youtube.com/vi/JdmJEwO5qiE/2.jpg" alt="" /></a></span></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/225/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/225/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/225/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=225&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Especialidade humana</title>
		<link>http://tropicalismo.wordpress.com/2011/09/06/especialidade-humana/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 14:54:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Devo afirmar que está cada vez mais difícil de saírem textos pra serem postados nesse espaço. Não sei se é o clima, se é simplesmente a falta de ideias, ou se perdi de vez o jeito. Muitas coisas ainda me incomodam, me intrigam, mas parece que é inútil compartilhá-las. Não vejo mais tanta eficácia em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=222&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devo afirmar que está cada vez mais difícil de saírem textos pra serem postados nesse espaço. Não sei se é o clima, se é simplesmente a falta de ideias, ou se perdi de vez o jeito. Muitas coisas ainda me incomodam, me intrigam, mas parece que é inútil compartilhá-las. Não vejo mais tanta eficácia em fazê-lo, pois parece que é ínfimo. Porém, mesmo sem a vontade a me guiar, penso que é providencial pra exercitar meu cérebro e organizar meus pensamentos, mesmo que desta forma eu me exponha a quem estiver disposto a ler essas baboseiras.</p>
<p>Penso sempre na nossa condição essencial de seres-humanos. Penso no nosso descaso a essa condição. Às vezes, quando me deparo com algumas situações cotidianas, rememoro “polegar opositor, telencéfalo desenvolvido”. E de novo: “polegar opositor, telencéfalo desenvolvido”. Carregar essas características nos difere dos demais mamíferos? Eu acho que a forma que utilizamos essas “ferramentas” é que deveria nos diferenciar dos outros animais. E, cá entre nós, não somos tão especiais assim. Psicólogos que me perdoem, mas nosso instinto é que nos move pra lá e pra cá. A nossa consciência nos faz refletir, depois de cometer o ato. Analisar o resultado e nos dispor a fazer tudo de novo, se for pra nos beneficiar. A maldade e a bondade devem ser inatas à gente. Imploro que concordem, pois, do contrário, nunca mais citarei nossos diferenciais, nem farei questão de lembrar do tal telencéfalo, pois, se nossa consciência não servir pra polir o mal e fazer o bem, nem quero ser diferente de qualquer outro ser. Na verdade, sendo de certa forma pessimista, começo a achar que a nossa peculiaridade consiste essencialmente em fazer mal a outrem, tendo consciência do ato que estamos cometendo. E nisso, convenhamos, somos bons pra cachorro&#8230;(é somente abrir os jornais e ler as notícias)</p>
<p><object width="570" height="346"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4q_AHAMVQ9c?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4q_AHAMVQ9c?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="570" height="346" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&#8220;Cada gereção tem a chance de mudar o mundo &#8211; Bono Vox&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/222/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/222/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/222/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=222&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A plenitude do(e) ser</title>
		<link>http://tropicalismo.wordpress.com/2011/08/22/a-plenitude-doe-ser/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 00:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiramente, queria dizer que este texto está sendo escrito a partir de um tablet com teclado digital e no meio de uma aula de Execução Civil, logo, peço, desde já, desculpa pelos possíveis erros de grafia. Posteriormente me proponho a abrir meus segredos mais íntimos em relação aos meus sentimentos. Bem, antes de tudo isso eu queria [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=210&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiramente, queria dizer que este texto está sendo escrito a partir de um tablet com teclado digital e no meio de uma aula de Execução Civil, logo, peço, desde já, desculpa pelos possíveis erros de grafia. Posteriormente me proponho a abrir meus segredos mais íntimos em relação aos meus sentimentos. Bem, antes de tudo isso eu queria dizer que há cerca de quatro meses pra cá eu voltei a acreditar em determinadas coisas e isso é providencial pra este mal-escrito existir.<br />
Existiu um tempo, remoto, há aproximadamente dez anos atrás, em que este que vos escreve era romântico, crente no ser-humano (até um tanto inocente), lia poesias e era obcecado pelo comportamento alheio. Renato Russo, Gullar, Baudelaire, Maiakówski, entre outros, gritavam ao meu coração que tudo aquilo que eu via e sentia era possível. As coisas eram muito mais coloridas e, somente isso ter a possibilidade de existir entre os Homens, já me fazia muito feliz e realizado. Não me preocupava em agradar, nem precisava me preocupar em agradar aos outros, os fatos eram, dentro do possível, harmônicos e tudo ia muito bem. Porém, todas as minhas teorias tornaram-se fatos quando, de súbito me apaixonei por uma colega de classe (ensino médio, na época). A partir de então, por não ser nem um pouco retribuído em relação ao que eu sentia, tudo começou a ficar menos colorido, até que um dia a Idade Média aportou na minha vida. Nada que eu lia, via, ou ouvia fazia mais sentido e eu jurei pra mim mesmo nunca mais acreditar em nada disso que tanto me fizera sofrer. Passei longos anos ressabiado, com cicatrizes expostas e nunca mais senti algo puro e verdadeiro por alguma affair que despercebidamente passou pela minha vida. Cheguei a achar que algum resquício sobrara de tudo aquilo nos anos que se seguiram, mas nada durava muito, nem era muito intenso. Com o tempo, algum tipo de calo foi se formando e, desculpa àquelas mulheres, pouco me sobrou de tudo que já foi. A grosso modo, restou-me a consciência de que, se tudo aquilo que um dia acreditei existia de verdade, não seriam aquelas que me provariam isso (algumas até tentaram).<br />
Mas, como nos mostra muito bem a História, um dia as coisas mudam (e acreditem, sempre muda) e, como mencionei acima,  há meses algo aconteceu em minha vida e eu pude constatar que aquelas ideias de dez anos atrás ainda fazem sentido. Entretanto, posso perceber hoje que, embora tivesse noções bonitas do que chamamos de amor, não entedia a essência desse sentir. Agora, além de entender a teoria de amar, estou vivenciando e aprendendo dia-a-dia essa arte e confesso, não existe sensação melhor do que essa no mundo (não que eu tenha sentido, em toda a minha vida). Com isso eu quero dizer que só aprendi o significado do verbo amar no alto dos meus 25 anos de idade, por mais que eu tenha buscado em toda a minha vida, às vezes forçosa e precipitadamente, entender tal magia, e quero continuar aprendendo, lentamente a com a possibilidade de gozar de todos os seus prazeres. E por isso, acima de tudo, quero agradecer à pessoa (que não citarei para preservar e porque todos sabem de quem se trata) porque, mesmo sem saber, fez toda a minha vida mudar pra melhor e pra sempre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://tropicalismo.wordpress.com/2011/08/22/a-plenitude-doe-ser/"><img src="http://img.youtube.com/vi/FGznAXi35WQ/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/210/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/210/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/210/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/210/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/210/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/210/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/210/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/210/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/210/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/210/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/210/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/210/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/210/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/210/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=210&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>E o que fazer com o passado?</title>
		<link>http://tropicalismo.wordpress.com/2011/06/27/e-o-que-fazer-com-o-passado/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 02:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ São lembranças, momentos, decisões, medidas&#8230; Elas voltarão? Faz falta? A mudança foi coerente? São turbilhões de sensações que eu percebo que de alguma forma estão batendo na porta todos os dias. Eu tenho medo. Nunca tive qualquer fato que me remetesse fortemente ao passado e me fizesse querer que aquele momento retornasse, mas com todo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=204&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"> São lembranças, momentos, decisões, medidas&#8230; Elas voltarão? Faz falta? A mudança foi coerente? São turbilhões de sensações que eu percebo que de alguma forma estão batendo na porta todos os dias. Eu tenho medo. Nunca tive qualquer fato que me remetesse fortemente ao passado e me fizesse querer que aquele momento retornasse, mas com todo mundo é assim? Qual a minha participação na vida das pessoas? Qual a minha importância? Dizem: “torna-te indispensável”. Quando eu saberia sê-lo? Nossa, são tantas perguntas! Mas onde estão as respostas? Eu quero (muito) ser especial pra alguém, indispensável, mas sou tão inseguro quanto a isso que não saberia (e ninguém sabe) quando (e se) me tornaria este. Na verdade, o meu maior medo é que aconteçam novamente todas aquelas mudanças que outrora ocorreram. Tenho certeza que outras pessoas também já se sentiram únicas e depois descobriram que foram mais uma, mas não gosto que seja assim. Quero ser pra alguém, somente (simplesmente). Eu já encontrei alguém para ser pra mim, e gostaria muito de ser para ela. Para ela, se é que vocês me entendem.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nalgum lugar &#8211; Zeca Baleiro, Augusto de Campos, e.e.Cummings&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://tropicalismo.wordpress.com/2011/06/27/e-o-que-fazer-com-o-passado/"><img src="http://img.youtube.com/vi/AMCCCWEZT6U/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<pre>nalgum lugar em que eu nunca estive, alegremente além
de qualquer experiência, teus olhos têm o seu silêncio:
no teu gesto mais frágil há coisas que me encerram,
ou que eu não ouso tocar porque estão demasiado perto
teu mais ligeiro olhar facilmente me descerra
embora eu tenha me fechado como  dedos, nalgum lugar
me abres sempre pétala por pétala como a primavera abre
(tocando sutilmente, misteriosamente) a sua primeira rosa
<strong> </strong>ou se quiseres me ver fechado, eu e
minha vida nos     fecharemos belamente, de repente
assim como o coração desta flor imagina
a neve cuidadosamente descendo em toda a parte;
nada que eu possa perceber neste universo iguala
o poder de tua intensa fragilidade: cuja textura
compele-me com a cor de seus continentes,
restituindo a morte e o sempre cada vez que respira
(não sei dizer o que há em ti que fecha
e abre; só uma parte de mim compreende que a
voz dos teus olhos é mais profunda que todas as rosas)</pre>
<p>ninguém, nem mesmo a chuva, tem mãos tão pequenas <strong></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ps.: Nada contigo é parecido com outrora, tudo é único e especial (e vai ser, pra sempre).</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/204/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/204/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/204/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=204&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Um pedido de ajuda.</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 14:14:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Caraminholas na cabeça e a madurecença paulatinamente chegando nos faz naturalmente pensar em determinados assuntos nunca antes avaliados. Por isso, peço ajuda aos mais velhos, que com suas experiências de vida podem me ajudar a refletir sobre alguns problemas. Gostaria de saber, meus amigos, quando em suas vidas vocês sentiram-se preparados, com a certeza de, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=202&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Caraminholas na cabeça e a madurecença paulatinamente chegando nos faz naturalmente pensar em determinados assuntos nunca antes avaliados. Por isso, peço ajuda aos mais velhos, que com suas experiências de vida podem me ajudar a refletir sobre alguns problemas. Gostaria de saber, meus amigos, quando em suas vidas vocês sentiram-se preparados, com a certeza de, por exemplo, conseguirem constituir uma família e prover a ela tudo o que ela merece por direito?  Sim, porque vejo o mundo caminhando vagarosamente para a perdição e não tenho mais ânimo, ou otimismo suficiente pra acreditar em uma reviravolta. Os valores individuais, as drogas lícitas e ilícitas, a falta de tempo livre pra convivência em harmonia, a falta de educação e respeito, a “democratização” da corrupção, a anestesia em relação às tragédias, a poligamia suportada, a “imperatividade” de se dar bem financeiramente (acima de tudo), a vulgarização da mídia, a pornografia das artes, a vulgarização dos sentimentos, a facilidade de pôr o “EU” como prioridade inabalável, e outras coisas. Como, em um panorama como este, existem pessoas que ainda tem a “coragem” de colocar um filho no mundo? Será que as pessoas não têm medo disso? Será que elas nem pensam a respeito? Ou será que as pessoas são mais corajosas do que eu, ou, quem sabe, insensatas? Caros anciãos, me ajudem! No tempo de vocês, a perspectiva era a mesma? Eu não penso (e não tenho mesmo coragem) em ter filhos, por enquanto. Colocar um “serzinho” indefeso, a mercê de toda a merda (desculpem a palavra) social que ronda nossos lares, vendo a impunidade em todos os sentidos, instâncias e locais? Vendo o descaso político e pior, a complacência? Não!</p>
<p style="text-align:justify;"> Nossos pais foram realmente heróis em nos dar tudo aquilo que nós temos hoje. Não aquela imagem de herói que todo filho tem dos seus pais, mas heróis de verdade. Principalmente em nos imputar ‘VALORES’ no meio de tanta nojeira e mesquinhez. Nosso comportamento é reflexo da nossa educação. E eu continuo me perguntando: de quem é a culpa? Meu deus, eu perdi a esperança de algo melhor! E seria a esperança a única salvação (junto com a luta). Peço desculpas, meus amigos mais velhos, mas eu não tenho a coragem que vocês tiveram e, talvez, por causa de mim as coisas continuem acontecendo dessa maneira, mas me digam, façam atinar em mim e nos outros jovens, a quem nosso país depende, a vontade de continuar brigando por um mundo melhor. Conversem com os mais novos e encorajem-nos a fazer a diferença. Continuem a incitar a moral, a ética, a harmonia, a filantropia no sentido puro e tudo de melhor que o ser humano tem, porque só assim, então, poderá haver alguma esperança, de novo.</p>
<p style="text-align:justify;">A hipocrisia faz rondas diárias, cuidado:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://tropicalismo.wordpress.com/2011/06/22/um-pedido-de-ajuda/"><img src="http://img.youtube.com/vi/vYDzvxnqESQ/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/202/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=202&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Reclames vãos (e só)&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 02:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Voltando dos meus compromissos, sempre no fim do dia, cansado e cheio de emoções que as tarefas diárias me proporcionaram, é que minhas engrenagens começam a funcionar e eu fico matutando sobre assuntos variados. Nunca é diferente. Dias atrás, após escutar alguns reclames, – e claro, incomodado com isso – resolvi analisar o contexto da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=198&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Voltando dos meus compromissos, sempre no fim do dia, cansado e cheio de emoções que as tarefas diárias me proporcionaram, é que minhas engrenagens começam a funcionar e eu fico matutando sobre assuntos variados. Nunca é diferente. Dias atrás, após escutar alguns reclames, – e claro, incomodado com isso – resolvi analisar o contexto da situação e cheguei à seguinte conclusão de filósofo de bar: “todas as soluções, pra todos os problemas que a gente cria, ou que criam pra gente, que seja abstrato, (de conduta, moral, de relações interpessoais e outros pseudo problemas), que não envolva saúde, ou situação financeira (que muitas vezes, como no caso fatídico desse texto, nem chega a ser problema), está na gente!” Nesse caso, o camarada diz que tem problemas, que não suporta mais trabalhar em tal lugar, que o chefe é insuportável, que o salário é baixo, que a vida tá puxada. Ora, qual a solução? Simples, uai, muda de emprego. Ah! Mas não pode mudar de emprego porque o que passará a ganhar não sustentaria sua vida pouco regrada. Então, ou muda de vida, ou muda de emprego, ou se habilita pra receber o mesmo tanto. Muitas vezes uma leve mudança no nosso comportamento, ou na nossa concepção de realidade, ou somente de valores, resolve grande parte das nossas inquietações. Tem gente, é claro, que não consegue encontrar “o seu eu” sozinho, que necessitam de alguma ajuda. Creio que seja uma falha no desenvolvimento sensitivo, mas não como doença e sim como sendo um setor sentimental que essa pessoa não tenha percebido ser importante treinar sozinha e que tenha sempre assistido por entidades externas. Nesse caso, as pessoas buscam ajuda pra ser aquilo que na verdade elas já são, pois, na minha opinião, ninguém muda além do que a sua índole (ou o que quer que seja) permita, logo, a pessoa só muda pr’aquilo que ela é capaz. Se ela é capaz de se tornar uma “outra pessoa”, é sinal de que pode fazer muito bem sozinha. No entanto, talvez por concepção social, não nos vemos mais permitidos a buscar soluções individualmente, ou a fazer o que nós achamos correto, porque estamos a toda hora procurando uma aprovação de algo que acreditamos ter a pertinência de nos dar o aval necessário. E eu fico nervoso com isso! Pra que recorrer a artimanhas, leituras e outras coisas que outras pessoas dizem ser correto, pra saber o que é certo pra gente? Tomando as mesmas atitudes de todos, tendo a mesma conduta de todos, fazendo o que todos fazem, nos padronizam e nos tornam previsíveis. Não podemos deixar que isso continue acontecendo na humanidade. Temos que confiar mais na gente, ter a moral limpa e a ética afinada. Fazer sempre com o pensamento em melhorar tudo (coletivamente) e de forma saudável. Oxalá!</p>
<p style="text-align:justify;">Música pra ilustrar:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://tropicalismo.wordpress.com/2011/06/22/reclames-vaos-e-so/"><img src="http://img.youtube.com/vi/R3NT2T3NP5k/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/198/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=198&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Elisa Lucinda: &#8220;Só de sacanagem&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 12:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[(Um textinho simples, mas que nos faz refletir sobre várias coisas. Deliciem-se!) Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta a prova? Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro. Do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=196&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">(Um textinho simples, mas que nos faz refletir sobre várias coisas. Deliciem-se!)</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta a prova? Por quantas provas terá ela que passar?<br />
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro. Do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais. Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta a prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração tá no escuro. A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e todos os justos que os precederam. &#8216;Não roubarás!&#8217;, &#8216;Devolva o lápis do coleguinha&#8217;, &#8216;Esse apontador não é seu, minha filha&#8217;. Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar! Até habeas corpus preventiva, coisa da qual nunca tinha visto falar, sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará! Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear! Mais honesta ainda eu vou ficar! Só de sacanagem!<br />
Dirão: &#8216;Deixe de ser boba! Desde Cabral que aqui todo mundo rouba!<br />
E eu vou dizer: &#8216;Não importa! Será esse o meu carnaval! Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos.&#8217;<br />
Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo, a gente consegue ser livre, ético e o escambal.<br />
Dirão: &#8216;É inútil! Todo mundo aqui é corrupto desde o primeiro homem que veio de Portugal!&#8217;<br />
E eu direi: &#8216;Não admito! Minha esperança é imortal, ouviram? Imortal!&#8217;<br />
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/196/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/196/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/196/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=196&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>C&#8217;est la vie</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 14:16:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tropicalismo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vida é uma coisa engraçada, e não teria como chamá-la de outro nome, senão coisa. Nosso dia-a-dia nos coloca vários caminhos a nossa frente, sendo que podemos escolher somente um para seguir. Porém, ela também nos permite olhar pra trás e, às vezes, retornar para escolher outras trilhas, até que chegue um tempo em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=191&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A vida é uma coisa engraçada, e não teria como chamá-la de outro nome, senão coisa. Nosso dia-a-dia nos coloca vários caminhos a nossa frente, sendo que podemos escolher somente um para seguir. Porém, ela também nos permite olhar pra trás e, às vezes, retornar para escolher outras trilhas, até que chegue um tempo em que anestesiamo-nos das dores da caminhada e confortamo-nos com o que nos é proposto. Diria que isso é puro relapso, puro conformismo. É “deixar a vida nos levar” mesmo que, no fundo, saibamos qual o fim amargo podemos ter. Dessa perspectiva, analisando as minhas ações em relação ao caminho que estou seguindo, vejo que conformismo é o que menos há. Doeram bastante algumas mudanças, ainda machucam algumas outras, mas mesmo assim eu fico muito feliz de estar onde consegui chegar por enquanto. Necessito continuar retornando, mudando de via, avançando, sofrendo, pra me sentir vivo, pra me sentir humano. E, cá entre nós, é tão gostoso colher os frutos das mudanças passadas! Vejo nitidamente os resultados daquilo que eu resolvi modificar por minhas vontades. Enxergo também as mudanças paulatinas que outras escolhas estão atinando em minha vida. Já disse algumas vezes, e repito:<span style="text-decoration:underline;"><strong> 2011 é meu ano!</strong></span> Meu ano de olhar pra dentro de mim e perguntar incessantemente o que eu quero daqui pra frente. E está dando tudo certo, mesmo que em algumas ocasiões pareça loucura modificar alguma coisa.</p>
<h2 style="text-align:justify;"></h2>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/tropicalismo.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/tropicalismo.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/tropicalismo.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/tropicalismo.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/tropicalismo.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/tropicalismo.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/tropicalismo.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/tropicalismo.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/tropicalismo.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/tropicalismo.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/tropicalismo.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/tropicalismo.wordpress.com/191/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/tropicalismo.wordpress.com/191/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/tropicalismo.wordpress.com/191/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=tropicalismo.wordpress.com&amp;blog=7220556&amp;post=191&amp;subd=tropicalismo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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